Ato de pensar o ato
Pareço estar na contra mão da vida.
Olhando assim desse jeito percebo que as setas me são contrárias. Não enxergo as placas. Sou meu próprio guia nessa estrada de mão dupla. Eu me direciono, independente do que diga meu irmão, minha mãe, meus amigos.
O “CERTO”? Já não sei se é tão certo assim.
Nessa “rodovida” vi ruínas, coisas tortas,falsos amigos. É difícil acreditar no valores dos nossos antepassados.
Vivo o meu momento e eles tiveram o seu. Talvez aquele momento de loucura que todos nós temos. Ser irracional ou parecer irracional não é tão irresponsável assim.
Cometemos erros e a vida é o quê, se não um grande aprendizado.
As coisas estão postas para serem conhecidas, apalpadas, comidas.
O que vier depois é conseqüência de atos cometidos – experiência de vida...
E nada mais.
terça-feira, 27 de maio de 2008
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